Mostrando postagens com marcador Fisioterapia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fisioterapia. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 6 de julho de 2012

É preciso uma visão mais global do ser humano!



Após um tempo sem postar, estou de volta! E quero escrever sobre a visão fracionada que muitos profissionais tem tido em relação aos seres humanos.

Tenho encontrado muitos artigos (científicos ou não) descrevendo um método ou técnica como sendo capaz de resolver todos os problemas de saúde das pessoas. E sinceramente, acho essa generalização extremamente prejudicial. Porque o que faz bem para um pode não ser bom, ou até mesmo ruim, para o outro.

Um ótimo exemplo são os alongamentos. Como já foi dito antes, pessoas com o nervo inflamado (normalmente associado a compressão neural, como nas hérnias de disco) não devem realizá-los até que o mesmo esteja desinflamado. Atendi e ainda atendo muitas pessoas com dor lombar que irradia para a perna e que relatam estarem cada vez piores mesmo realizando os alongamentos ensinados em programas de televisão ou revista. Pergunto o por que da realização do alongamento e a resposta é unânime: ouvi falar na tevê, ou pela vizinha, ou li na revista, que é importante alongar, principalmente para a dor lombar. E são nesses casos que mora o perigo. O alongamento pode ser ótimo (embora já existam estudos que dizem não serem de extrema importância), mas assim como tudo, tem contra-indicações.


Infelizmente o pilates, e em alguns casos até mesmo a acupuntura, tem sido vendidos como o melhor e único recurso para tudo: dor de cabeça, lesão ligamentar, hipertensão, dor articular, lombalgia....E deixo a seguinte pergunta: será que aliar métodos não será mais eficaz?

Diante destes fatos, acredito ser mais importante a visão global do ser humano do que utilizar um único recurso para tratar indivíduos diferentes de forma igual. E para auxiliar essa visão, a avaliação é de suma importância. Uma dor pode ser por tensão da musculatura, fraqueza, instabilidade ligamentar, encurtamento muscular, ou pode ainda ter origem emocional...e o tratamento será diferente em todos os casos. Um método como o Pilates, ou a Acupuntura, podem ser benéficos em todos esses casos? Sim, com certeza, mas outros recursos precisarão ser adicionados.

Resolvi escrever sobre isso como um alerta para a população, que sai fazendo tudo aquilo que ouve ser bom sem ao menos procurar um profissional; e claro que também para os profissionais da saúde refletirem e buscarem sempre uma análise crítica de cada caso em particular assim como de cada técnica ou método, sem aceitar algo como verdade absoluta.

E você, concorda que é preciso uma visão mais global e única?

Imagem: internet

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Hábito X Vício: entenda as diferenças e cuide melhor da sua saúde!

Saber se um comportamento é hábito ou vício pode ser o diferencial para um tratamento eficaz. Entenda a seguir cada um deles.


O hábito ocorre quando um comportamento aprendido é repetido frequentemente, de forma consciente ou inconsciente. Hábitos podem ser bons ou ruins, como o hábito da leitura ou o hábito de roer as unhas, respectivamente.


Já o vício é uma tendência habitual para o "mal", o "ruim"; e a real necessidade faz com que o indivíduo o repita constantemente.

Mas qual a relação disso com o trabalho do fisioterapeuta?

Em poucas palavras, o hábito é muito mais fácil de ser "corrigido" quando se faz necessário. Tanto do ponto de vista orientativo quanto através da medicina chinesa - acupuntura, auriculoterapia.
Já o vício demanda um esforço e tempo maior.

Quando a pessoa senta em uma posição prejudicial para a coluna, músculos e articulações pelo simples fato de estar habituada a isso (Imagem 1) a correção é mais fácil do que para aquela que adota essa postura por um vício, uma real necessidade (Imagem 2), porque sente dores ao corrigir a postura por exemplo (dores ao adotar uma boa postura indicam fraqueza, encurtamento muscular, diminuição da flexibilidade), ou porque possui deformidades já instaladas, hereditárias (sem relação com hábito e vício) ou adquiridas (podem ter relações com hábitos inadequados por tempo prolongado).

(Imagem 1)

(Imagem 2)

Pensando em algo mais cotidiano, podemos falar sobre o fumo. 
Aquele que faz uso do cigarro por hábito acaba fumando em momentos em que a vontade nem se faz presente; já o que possui o vício sente necessidade de fumar, com crises de abstinência que geram sintomas como irritabilidade, ansiedade, tremores, sudorese, alterações no sono e hábitos intestinais. 
Para o viciado, fatores como estar em locais inapropriados ou doença não o impedem de arrumar um jeito para saciar sua vontade.

E qual a importância dessas diferenças no tratamento?

Sempre há um grande probabilidade de um hábito se tornar um vício quando repetido constantemente por um longo período de tempo. E uma vez que o primeiro é mais fácil e rápido de tratar, o ideal é que ao notar-se a presença de hábitos "ruins", que não são saudáveis, um tratamento seja procurado de imediato.

Vale lembrar também que o vício nos consome, tira nosso controle e nos domina. Por isso, nenhum tipo de vício é bom, porque o equilíbrio se faz necessário em todos os aspectos da vida. Ser viciado em um legume como vagem, por exemplo, ainda assim é ruim, porque o excesso sempre faz mal.

Portanto, procurar um tratamento ao notar hábitos prejudiciais ou vícios é fundamental para garantir uma vida mais saudável e com qualidade. Para aqueles que acometem a estrutura do corpo, como a postura, a fisioterapia e o método pilates apresentam grandes resultados. Já para aqueles mais ligados a fatores emocionais, como dependência química (lícita ou ilícita), a acupuntura e os demais métodos que compõe a abordagem através da medicina chinesa proporcionam um tratamento eficaz.

Não deixe a sua saúde em segundo plano! Os benefícios ao adotar-se bons hábitos são inúmeros e sentidos em pouquíssimo tempo.

Imagens: Internet.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Fisioterapia e a solicitação de exercícios domiciliares

Essa semana estava aguardando minha consulta na recepção de uma clínica médica e não pude deixar de ouvir duas pessoas conversando. E o assunto era a fisioterapia e os exercícios domiciliares.

A pessoa em questão dizia que essa solicitação domiciliar era incabível porque o seu tempo era precioso e não podia desperdiçá-lo fazendo aquilo que o fisioterapeuta pedia. 

E infelizmente na minha prática clínica me deparei com muitos que pensavam dessa maneira. Então eu pergunto: a sua saúde não vale o desperdício do seu tempo?

Sinceramente, acho que falta conscientização da população mas também explicação por parte do profissional do porque fazer os exercícios solicitados.

Particularmente, evito uma sobrecarga de exercícios para casa porque sei que quando demanda muito tempo, poucos fazem; além da possibilidade de fazerem errado, compensando músculos, ligamentos, tendões e articulações, e prejudicando ainda mais o problema. 

Mas sempre indico orientações, que devem ser seguidas. E a explicação é muito simples: não importa a frequência e o tempo da  sessão, as horas restantes serão sempre maiores.

Todo o trabalho feito em 5 horas semanais pode ser perdido quando o indivíduo passa 20 horas nessa mesma semana, por exemplo, em uma posição ou atividade prejudicial. E sem essa conscientização a população estará cada vez mais fadada as doenças e dores crônicas.


O maior exemplo é o tempo que passamos em frente ao computador e a postura que adotamos.
A sobrecarga nesse caso não é só na coluna, como muitos pensam, mas também em ombros, cotovelo e punhos. Além de comprometer a musculatura das pernas, que ficam muito tempo em uma mesma posição.

Não dar continuidade a um tratamento solicitado pelo fisioterapeuta em casa funciona mais ou menos como ir a academia 2 horas por dia, todos os dias, mas alimentar-se de forma totalmente inapropriada no restante do tempo. Ou ir ao médico e não usar a medicação prescrita.

Por isso, coloquem sua saúde sempre em primeiro lugar.
E profissionais, expliquem a importância daquilo que se pede. Isso facilita a adesão. Mas cuidado: mudanças comportamentais dependem de cada um, e explicar os benefícios de algo não muda a concepção de ninguém. O importante é atentar-se a estratégias motivadoras (ver mais em: http://www.fisioterapianatalia.blogspot.com/2011/03/para-seguir-um-tratamento-preocupe-se.html).

Fica a dica!

Imagem: internet.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Venda de serviços de fisioterapia em sites coletivos está proibida


A venda de pacotes de serviços de fisioterapia e terapia ocupacional, por meio de sites de compras coletivas foi proibida pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito). A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta quarta-feira (24). Segundo informações do Coffito, até o momento, não foi registrada nenhuma morte ou problema de saúde grave devido à venda indiscriminada dos serviços. No entanto, a ideia é fazer um trabalho preventivo.

A Resolução nº 391, de 18 de agosto de 2011, alerta que nessas ofertas os usuários podem adquirir um procedimento sem a avaliação de um profissional. Segundo o presidente do Coffito, Dr. Roberto Cepeda, a comercialização desses pacotes sem diagnóstico pode por em risco a saúde dos indivíduos. “É uma questão de saúde. O profissional deve fazer primeiro uma avaliação e, só depois, indicar o tratamento mais adequado”, explica. 

Entre os tipos mais comuns de tratamentos oferecidos nos sites de vendas coletivas estão a drenagem linfática, radiofrequência e a aplicação de Manthus. A fiscalização será realizada pelos Conselhos Regionais de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefitos) e por meio de denúncias. O CrefitoSP solicita aos profissionais do Estado de São Paulo que se abstenham de oferecer seus serviços em sites de compra coletiva, cumprindo o determinado na Resolução do Coffito. A punição para quem desrespeitar a resolução vai de advertência até a suspensão do exercício profissional.


Imagem: internet.

"Como fisioterapeuta, admiro e parabenizo a decisão do Coffito. Um tratamento só pode ser prescrito após uma avaliação, e até mesmo os mais aparentemente inofensivos possuem contra-indicações. Cuidar de pessoas é algo sério e não deve ser banalizado."

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Jornal Instituto RV Press - 2ª publicação

Nesta 2ª edição do Jornal RV Press, de Julho de 2011, confiram as seguintes matérias:

  • Dores na coluna e hérnia de disco: conheça o RCV, um tratamento eficaz e não invasivo
  • Conheça mais sobre a baropodometria
  • Elimine a dor lombar com Pilates
  • Natural Detox: uma nova forma de desintoxicar seu organismo

Confira abaixo as matérias, clicando nas imagens para ampliação.



Para maiores informações sobre os tratamentos, entre em contato através do telefone (11) 2091-1267.

Novo local de atendimento desde Agosto de 2011 - Rua Manuel de Atouguia, nº 16, Tatuapé, em frente a entrada do Pronto Socorro do Hospital São Luiz, Unidade Anália Franco.

Jornal Instituto RV Press - 1ª publicação

O Jornal Instituto RV Press foi criado com o intuito de levar informação de qualidade sobre determinados assuntos da área da saúde à população.
A primeira publicação do RV Press, em Maio de 2011, teve 20.000 exemplares distribuídos e abordou os seguintes temas:

  • Dores na coluna e hérnia de disco: conheça um tratamento eficaz
  • Os benefícios do Pilates
  • O que é bursite?
  • Você tem disbiose intestinal?
  • Artrose: entenda mais sobre essa patologia

Confira abaixo as matérias, clicando nas imagens para ampliação.




Para maiores informações sobre os tratamentos, entre em contato através do telefone (11) 2091-1267.

Novo local de atendimento desde Agosto de 2011 - Rua Manuel de Atouguia, nº 16, Tatuapé, em frente a entrada do Pronto Socorro do Hospital São Luiz, Unidade Anália Franco.

domingo, 20 de março de 2011

Para seguir um tratamento, preocupe-se em como e não no por que fazê-lo

Li uma matéria no Portal de Educação Física e achei muito interessante, já que posso aplicar as informações ao Pilates ou até mesmo às sessões de Fisioterapia.

Essa matéria diz que embora a maioria das pessoas conheçam os benefícios do exercício físico, as taxas de sedentarismo e obesidade estão extremamente altas. Sendo assim, cientistas da Universidade de Missouri (EUA) resolveram estudar por que as pessoas não fazem o que sabem que deve ser feito.

Nesse estudo, foi constatado que adultos saudáveis aumentaram seus níveis de atividade física quando as intervenções foram focadas na mudança de comportamento. Já as abordagens cognitivas, que tentam alterar nosso conhecimento sobre algo (por exemplo nos instruir da importância e benefícios gerados pelo exercício), não produziram efeitos sobre o nível de atividades físicas praticadas.

Um dos autores da pesquisa afirma que o foco precisa deixar de ser aumentar o conhecimento sobre os benefícios dos exercícios físicos. Essa  abordagem tradicional de tentar mudar as convicções ou atitudes das pessoas sobre os exercícios mostrando o quanto eles são importantes não funciona porque não é motivadora. Ao invés disso, é muito mais eficaz discutir estratégias que mudem o comportamento. 

Mas quais são essas estratégias motivadoras?

Feedback, definição de objetivos, automonitoramento, prescrição de exercícios e estímulos ou sugestões fazem parte das estratégias de mudança de comportamento.

Feedback significa "retorno". Exemplo: Dou um comando para você pegar o copo que está na mesa. Se você pegar a caneta, eu direi que está errado porque pedi o copo. Isso é um feedback negativo. Se você pegar o copo, eu irei elogiar dizendo que está correto. Isso é um feedback positivo. Portanto, dar um feedback de como você está alcançando seus objetivos, ou quanto a melhora na postura, alivio da dor, é extremamente motivador. E o feedback não precisa ser apenas verbal. Pode ser na forma de uma avaliação escrita, fotos, entre outras maneiras.

Automonitoramento é um método em que o indivíduo registra e acompanha a sua atividade ao longo do tempo. Esse método parece aumentar muito a conscientização, além de proporcionar motivação suficiente para o engajamento nas atividades físicas regulares. 

Com tudo isso, um dos autores da pesquisa sugere que os profissionais da saúde questionem seus pacientes sobre hábitos de atividades e ajudem-os a estabelecer metas específicas e fáceis de administrar. As dicas propostas são tentar estratégias diferentes constantemente como controlar o progresso, agendar os exercícios para aumentar o comprometimento, colocar pedômetros nas roupas (instrumentos que medem distância e velocidade percorridos); além de discutir recompensas para a realização de metas.

Ao meu ver, essas informações obtidas nessa pesquisa podem e devem ser aplicadas a todos os profissionais da saúde, independente do tipo de tratamento que o paciente realiza. Vemos muitas pessoas iniciarem um tratamento de fisioterapia por exemplo e desistirem após alguns meses. E todo o esforço do profissional em explicar o quanto as sessões são importantes é em vão. Porém se nos preocuparmos em mostrar a melhora, que por vezes é sutil e por isso passa desapercebida, teremos muito mais pessoas cuidando da própria saúde. Fica essa dica!


Imagem: internet

quinta-feira, 17 de março de 2011

Fisioterapia na Saúde da Mulher


A fisioterapia voltada à saúde da mulher atua na prevenção ou reabilitação em diversas áreas como ginecologia (dor pélvica crônica, disfunções sexuais, endometriose etc), uroginecologia (incontinência urinária e fecal), oncologia (mamária e ginecológica), obstetrícia (gestação, parto e pós-parto), climatério e menopausa. 

Foto: internet

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Fisioterapia


O QUE É A FISIOTERAPIA?
É uma ciência aplicada (ou seja, visa aplicar o conhecimento para a solução de um problema) que estuda o movimento humano, tanto nas alterações patológicas quanto nas repercussões psíquicas e orgânicas.

Seu objetivo é preservar, manter (prevenir), desenvolver ou restaurar (reabilitar) a integridade de órgãos, sistemas ou funções, aperfeiçoando ou adaptando o indivíduo a ter uma melhor qualidade de vida.

A terapia é baseada em conhecimentos teóricos e composta de recursos, técnicas, conceitos e métodos próprios, fundamentados em estudos.

A atividade é regulamentada pelo Decreto-Lei n° 938/69, Lei n° 6.316/75, Resoluções do COFFITO-Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Decreto n° 9.640/84, Lei n° 8.856/94 e Portarias do Ministério da Saúde.

O QUE FAZ O FISIOTERAPEUTA?
O fisioterapeuta é um profissional da saúde com formação acadêmica Superior, apto a elaborar o diagnóstico dos distúrbios cinéticos funcionais (não é diagnóstico médico, ou seja, fisioterapeuta não diagnostica doenças) assim como a prescrever condutas fisioterapêuticas e acompanhar a evolução do tratamento, bem como reavaliar quando necessário e prescrever a alta da fisioterapia.

QUAIS SÃO AS ATRIBUIÇÕES GERAIS?
Prescrever, planejar, ordenar, analisar, supervisionar e avaliar atividades fisioterapêuticas dos clientes, bem como a sua eficácia, resolutividade e condições de alta.

QUAIS AS ÁREAS DE ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA?
O fisioterapeuta pode oferecer seus serviços em domicílio, em clínicas, consultórios, centros de reabilitação, hospitais, ambulatórios, na saúde coletiva, na área da educação, entre outros; atuando nas áreas de ortopedia e traumatologia, cardiologia, oncologia, respiratória, pediatria, dermatologia, neurologia, reumatologia, ergonomia, desportiva, geriatria e massagem, assim como em sub-áreas como Pilates e Acupuntura desde que os cursos sejam devidamente reconhecidos.

QUAIS SÃO AS EXIGÊNCIAS LEGAIS?
Responsabilidade Técnica e Registro Profissional.

QUAIS SÃO OS ATOS PRIVATIVOS DO FISIOTERAPEUTA?
Todos os contidos na Resolução COFFITO 08/78 - arts. 1º 2º e 3º.
O fisioterapeuta pode utilizar técnicas, métodos, conceitos ou exercícios específicos (cinesioterapia - terapia através do movimento). A escolha do tratamento adequado e periodicidade devem ser definidos de acordo com os dados obtidos na avaliação.
Ao utilizar técnicas que envolvam o emprego de aparelhos (eletroterapia), é de responsabilidade do profissional dosar os parâmetros (freqüência por exemplo), tempo e número de sessões. 

Sendo assim, nenhum outro profissional, mesmo que da área da saúde, pode prescrever qual o tratamento fisioterapêutico, o tempo e a quantidade de sessões.

Imagem: internet 

Massagem Terapêutica


A Massagem Terapêutica é composta por técnicas específicas e possui uma finalidade clara e objetiva.
O relaxamento proporcionado pela mesma é extremamente benéfico porque influencia diversos processos orgânicos.
Dentre os principais efeitos, há a diminuição da dor, edema, ansiedade e estresse, melhora na circulação e consequentemente na nutrição dos tecidos, assim como outros efeitos positivos que irão variar de indivíduo para indivíduo e de acordo com o objetivo da massagem.
É importante lembrar que diversas doenças ou lesões levam a processos dolorosos do qual é possível serem amenizados com uma massagem relaxante, muitas vezes utilizada como coadjuvante em um tratamento de reabilitação.
Porém a avaliação de um fisioterapeuta é imprescindível, uma vez que muitas vezes é preciso associar a massagem a outras técnicas e exercícios para solucionar o real problema, além da massagem ser prejudicial em algumas doenças.
Imagem: internet

Fisioterapia Pediátrica


Essa área engloba a reabilitação ou manutenção do quadro clínico de crianças que possuem alguma doença ou lesão.
Dentro da pediatria, enquadram-se as sub-áreas como reumatologia, neurologia, ortopedia, dentre outras.
Crianças que possuem atraso no desenvolvimento neuropsicomotor também se beneficiam com o tratamento, sendo necessário o acompanhamento conjunto de outros profissionais da saúde na maioria das vezes. 
Foto: internet

Fisioterapia em Geriatria


Durante o processo de envelhecimento é comum ocorrerem algumas alterações nas funções do nosso corpo, como alterações de equilíbrio e diminuição da mobilidade.
 A fisioterapia atua na prevenção e diminuição das conseqüências e dos riscos gerados por esses fatores.
Como exemplo, pode-se citar a diminuição da flexibilidade que gera dor articular e muscular e os déficits no equilíbrio que levam a quedas, podendo ocasionar fraturas que levam a outras tantas complicações.
Imagem: internet

Fisioterapia Reumatológica


A fisioterapia em reumatologia trata pessoas com doenças reumatológicas, ou seja, aquelas que acometem o tecido conjuntivo, articulações e doenças auto-imunes, que levam a diversos distúrbios.
Dentre as principais doenças que se enquadram nessa áreas, pode-se citar a Osteoartrite (conhecida como artrose), Artrite Reumatóide e Artrite Reumatóide Juvenil, Osteoporose, Doença de Paget, Fibromialgia, Espondilite Anquilosante, Síndrome de Reiter, Gota Úrica, Lúpus Eritematoso Sistêmico, Esclerose Sistêmica.
Nesses casos, a fisioterapia visa quase sempre o alívio de sintomas assim como a manutenção do quadro clínico.
Imagem: internet

Fisioterapia Dermato Funcional


A área de dermato funcional abrange o tratamento tanto de doenças ou lesões do sistema tegumentar (pele) e do sistema linfático como também a área de estética.
Dentre estes problemas, podemos citar as queimaduras, aderências cicatriciais, formação de quelóides ou cicatrizes hipertróficas, edemas.
Já na área estética há os tratamentos para gordura localizada, flacidez, estrias, fibro edema gelóide (popularmente conhecido como celulite), retenção hídrica, pré e pós-operatório de cirurgias plásticas, assim como rejuvenescimento cutâneo e limpeza de pele.
Imagem: internet

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Fisioterapia Ortopédica

A fisioterapia ortopédica reabilita lesões ósseas, musculares, ligamentares e articulares. Essas lesões podem ser decorrentes de traumas físicos como as fraturas ósseas ou simplesmente devido a uma sobrecarga em determinada região, comumente associada ao uso inadequado da mesma, como por exemplo as hérnias de disco, bursite, tendinites, lesões ligamentares, entre outras.

Para a eficácia do tratamento, é importante que o fisioterapeuta ensine ao paciente como corrigir suas posturas e movimentos nas atividades do dia-a-dia, sejam elas em casa ou no trabalho.

Imagem: internet

Fisioterapia Neurofuncional - Adulto e Infantil


Esta área da fisioterapia visa reabilitar, ou seja, recuperar as funções do indivíduo que sofreu uma lesão no Sistema Nervoso Central (cérebro e/ou medula espinhal) ou no Sistema Nervoso Periférico (nervos), visando a  máxima funcionalidade nas atividades diárias e profissionais.
Exemplo de algumas doenças que acometem o Sistema Nervoso Central e Periférico:
Acidente Vascular Encefálico (AVE, conhecido como Derrame), Traumatismo Cranioencefálico (TCE),  Ataxias (lesões cerebelares), Alzheimer, Parkinson, Esclerose Múltipla, Esclerose Lateral Amiotrófica, Paralisia Cerebral, Lesão Medular, Distrofias Musculares, Miopatias, Neuropatias Periféricas, entre outras.
Algumas doenças genéticas são tratadas nesse ramo da fisioterapia devido ao acometimento neurológico, como a Síndrome de Down por exemplo.
Imagem: internet