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sábado, 9 de fevereiro de 2013

Acupuntura estética facial - note a diferença na primeira sessão.


Quando se fala em tratamentos de beleza facial, muitos pensam nos famosos peeling, laser; porém poucos conhecem os benefícios da Acupuntura associada a máscara de Stiper (marca registrada).

Através da limpeza da pele com produtos específicos, acupuntura em pontos locais e sistêmicos, mais aplicação da máscara em conjunto com máscara térmica, obtêm-se resultados aparentes em relação a clareamento, amenização de rugas e tonificação da pele.

Porém, antes de ilustrar esse processo, vale a pena entender rapidamente o que é o Stiper.

Na forma de pastilhas para uso externo ou máscara, contém micro cristais de quartzo com silício, que são condutores e ordenadores de ondas e frequências.
O silício é um elemento químico encontrado em argila, areia, quartzo, granito, assim como no corpo humano; sendo amplamente utilizado em aparelhos eletrônicos pela sua atuação sobre ondas eletromagnéticas.


No âmbito da Medicina Chinesa, o uso do Stiper externo promove o equilíbrio energético dos acupontos (pontos dos meridianos de acupuntura), trigger points (pontos de tensão) ou simplesmente do local afetado, além de clarear e tonificar a pele e amenizar manchas e rugas no caso da máscara.

Abaixo, segue a ilustração de uma única sessão.


Imagem antes da sessão.


Após agulhamento local e sistêmico já é possível notar diferenças na tonificação da pele


Aplicação da máscara Stiper (marca registrada) associada a máscara térmica


Resultado final

OBS - As imagens contidas nessa postagem possuem direitos autorais, sendo estritamente proibido seu uso para fins lucrativos ou não.

Fonte: http://www.stiper.com.br/site/

Imagem: Internet.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Acupuntura NÃO é Ato Médico!

Diante das informações errôneas divulgadas pela mídia, que possui o papel de "instruir" a população, muitos leigos e até mesmo profissionais mau informados acham que atualmente a Acupuntura é exclusiva da classe médica. 

Infelizmente não podemos mais confiar naquilo que a mídia diz, porque seja por falta de informação (e de interesse em buscar a verdade) ou por interesse em beneficiar uma determinada classe ou grupo (no caso os médicos que contribuíram bastante para divulgar informações erradas), o conteúdo daquilo que é divulgado já não é mais selecionado, prejudicando a população e como no atual caso, diversos profissionais, em prol de sabe-se lá o que.

O ato médico (sim, em letras minúsculas) é um projeto de lei que irá regulamentar a medicina (por incrível que pareça, a medicina ainda não é regulamentada) e precisa ser aprovado em algum momento, porém não da forma que está, já que lesaria milhares de pessoas aumentando consideravelmente o índice de desemprego no nosso país e prejudicando em proporções absurdas a saúde da população.

Projetos de leis precisam ser aprovados diversas vezes antes de serem sancionados pela Presidência. E o ato médico não virou lei, não foi sancionado! 

O Conselho Nacional de Saúde deixa claro que as práticas integrativas e complementares a saúde, como a Acupuntura, são de caráter multiprofissional. Não há lei que regulamente a Acupuntura, e também não há lei que regulamente o seu uso exclusivamente pelos médicos.

Como não há lei, há Portarias, e em 3 de maio de 2006 foi criada a Portaria do Ministério da Saúde nº 971 que aprova a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS; sendo que o TRF-1 afirmou através da sua imprensa que essa portaria está válida lembrando que a mesma segue a orientação da Organização Mundial de Saúde (OMS) que considera a Medicina Chinesa de caráter multiprofissional.

A prática da Medicina Chinesa tem esse caráter definido pela OMS, e tem sido assim pelo mundo afora. Mas então vem o brasileiro dizendo-se "preocupado com o bem-estar do povo" e decide monopolizar  algo que existe há mais de 5.000 anos e que nunca foi exclusivo de uma categoria profissional. Vale lembrar a esses pequenos "profissionais" que a Acupuntura vai MUITO além de inserir agulha!

Imagem: internet.

Abaixo, segue a matéria sobre o assunto publicada na Fisioterapia em Revista, pelo Crefito-3.




quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Hábito X Vício: entenda as diferenças e cuide melhor da sua saúde!

Saber se um comportamento é hábito ou vício pode ser o diferencial para um tratamento eficaz. Entenda a seguir cada um deles.


O hábito ocorre quando um comportamento aprendido é repetido frequentemente, de forma consciente ou inconsciente. Hábitos podem ser bons ou ruins, como o hábito da leitura ou o hábito de roer as unhas, respectivamente.


Já o vício é uma tendência habitual para o "mal", o "ruim"; e a real necessidade faz com que o indivíduo o repita constantemente.

Mas qual a relação disso com o trabalho do fisioterapeuta?

Em poucas palavras, o hábito é muito mais fácil de ser "corrigido" quando se faz necessário. Tanto do ponto de vista orientativo quanto através da medicina chinesa - acupuntura, auriculoterapia.
Já o vício demanda um esforço e tempo maior.

Quando a pessoa senta em uma posição prejudicial para a coluna, músculos e articulações pelo simples fato de estar habituada a isso (Imagem 1) a correção é mais fácil do que para aquela que adota essa postura por um vício, uma real necessidade (Imagem 2), porque sente dores ao corrigir a postura por exemplo (dores ao adotar uma boa postura indicam fraqueza, encurtamento muscular, diminuição da flexibilidade), ou porque possui deformidades já instaladas, hereditárias (sem relação com hábito e vício) ou adquiridas (podem ter relações com hábitos inadequados por tempo prolongado).

(Imagem 1)

(Imagem 2)

Pensando em algo mais cotidiano, podemos falar sobre o fumo. 
Aquele que faz uso do cigarro por hábito acaba fumando em momentos em que a vontade nem se faz presente; já o que possui o vício sente necessidade de fumar, com crises de abstinência que geram sintomas como irritabilidade, ansiedade, tremores, sudorese, alterações no sono e hábitos intestinais. 
Para o viciado, fatores como estar em locais inapropriados ou doença não o impedem de arrumar um jeito para saciar sua vontade.

E qual a importância dessas diferenças no tratamento?

Sempre há um grande probabilidade de um hábito se tornar um vício quando repetido constantemente por um longo período de tempo. E uma vez que o primeiro é mais fácil e rápido de tratar, o ideal é que ao notar-se a presença de hábitos "ruins", que não são saudáveis, um tratamento seja procurado de imediato.

Vale lembrar também que o vício nos consome, tira nosso controle e nos domina. Por isso, nenhum tipo de vício é bom, porque o equilíbrio se faz necessário em todos os aspectos da vida. Ser viciado em um legume como vagem, por exemplo, ainda assim é ruim, porque o excesso sempre faz mal.

Portanto, procurar um tratamento ao notar hábitos prejudiciais ou vícios é fundamental para garantir uma vida mais saudável e com qualidade. Para aqueles que acometem a estrutura do corpo, como a postura, a fisioterapia e o método pilates apresentam grandes resultados. Já para aqueles mais ligados a fatores emocionais, como dependência química (lícita ou ilícita), a acupuntura e os demais métodos que compõe a abordagem através da medicina chinesa proporcionam um tratamento eficaz.

Não deixe a sua saúde em segundo plano! Os benefícios ao adotar-se bons hábitos são inúmeros e sentidos em pouquíssimo tempo.

Imagens: Internet.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Hábitos de vida e a Tradição Chinesa


Que o estresse tem consumido nosso tempo e prejudicado nossos hábitos de vida, isso muitos sabem, mas quantos já se perguntaram o quanto isso afeta a nossa saúde a longo prazo?

Segundo a Medicina Chinesa, possuímos uma Essência que é doada pelos nossos pais, conhecida também por Energia Ancestral, ou Jing Pré Celestial.

Mas para o funcionamento adequado do nosso organismo, precisamos da interação desta com a Essência Adquirida, ou Jing Pós Celestial, obtida através da nossa alimentação e respiração. 
Uma boa alimentação e um bom condicionamento cardiorrespiratório (adquirido através de exercícios), que proporciona uma distribuição de oxigênio pelo corpo mais eficaz, garantem um bom Jing adquirido.

Essa Essência pode ser comparada a uma vela: a hereditariedade responsabiliza-se pelo diâmetro, enquanto nossos hábitos pela queima. E como toda vela, aquilo que se perde não se recupera.

Má alimentação, noites mal dormidas, sentimentos que nos consomem, vícios, excesso de trabalho; todos são fatores que aceleram a perda da nossa Essência.

Esse fato é visualizado ao lembrarmos em como ficam as pessoas  em fase terminal de uma doença. Temos a nítida impressão de que a Essência dessa pessoa está se esvaindo. E realmente é isso que acontece; é a vela se apagando.

A Acupuntura pode auxiliar no equilíbrio energético do nosso organismo, fisiologicamente e emocionalmente; porém ter bons hábitos é fundamental para uma boa saúde.

Lembre-se: somos aquilo que comemos, que pensamos, e o que queremos ser! 
Portanto, busque o equilíbrio para uma saúde melhor.